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    Pastor é preso por falso testemunho em investigação sobre morte de empresário em Maricá

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    Agentes da Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo, Itaboraí e Maricá (DHNSG) prenderam um pastor em flagrante, nesta quinta-feira, por crime de falso testemunho na apuração da morte do empresário Robson Ferreira Giorno, assassinado em maio de 2019, em Maricá. O pastor Davi Rezeno Gomes teria mentido em troca de cargos na prefeitura do município.

    De acordo com a Polícia Civil, o falso testemunho do pastor ficou evidente após comparação entre as declarações prestadas na base da delegacia e uma petição protocolada em janeiro deste ano. Depois da prisão, Davi ficou detido na sede da DH. De lá, será levado para o sistema prisional e passará por audiência de custódia.

    Robson Giorno, que era dono do jornal O Maricá e pré-candidato à prefeitura do município pelo partido Avante, foi assassinado com três tiros, aos 45 anos. A vítima havia adquirido um carro blindado pouco tempo antes de ser morto, mas a execução foi planejada de forma que ele estivesse fora do veículo no momento do crime.

    O crime ocorreu no número 500 da Avenida Prefeito Ivan Mundin, via que corta os bairros Eldorado e Araçatiba, e os tiros foram desferidos por um homem encapuzado que estava dentro de um carro de cor prata.

    A vítima era conhecida na cidade, e usava o veículo de comunicação para disparar críticas. Além disso, tinha desavenças com políticos de diversos partidos. Em 2015, chegou a registrar uma queixa na 82ª DP (Maricá), em que acusava o ex-prefeito da cidade, Washington Quaquá, de ameaçá-lo com mensagens de texto. Na época, Quaquá negou a acusação e prometeu entrar na Justiça contra Giorno.

    Segundo a polícia, Maricá teve, no mínimo, cinco crimes de homicídio com grande repercussão, em 2019. Além da morte de Giorno, morreram também Sidney da Silva, irmão do empresário Luciano da Silva Cardoso; o jornalista Romário; e o vereador Ismael e seu filho, Thiago. A Delegacia pede, ainda, que a população do município ajude a desvendar os crimes daquele ano, utilizando o canal de denúncia anônima por WhatsApp (21) 2717-2490.

    FONTE: EXTRA ONLINE

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    Alexandre R. Ducoff
    Alexandre R. Ducoff
    Formado em jornalismo no ano de 2020. Já trabalhei como fotógrafo e cinegrafista no Atitude Video Art, fotógrafo no Estúdio Novo Olhar, redator do informe-se, repórter do M1newstv Maricá Noticiais e criador de conteúdo da CEIC. Atualmente trabalho como redator, editor e cinegrafista no Gazeta 24 Horas News.

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