26.7 C
Maricá
terça-feira, abril 1, 2025
More
    InícioSua CidadeGazeta MaricáGolfinho e Tartarugas mortos na praia levantam debate sobre pesca predatória em...

    Golfinho e Tartarugas mortos na praia levantam debate sobre pesca predatória em Maricá

    Data:

    Últimas Notícias

    Homem é preso por matar ex-mulher atropelada em Itaguaí

    Um homem foi preso no domingo (30) por suspeita...

    Câmeras de segurança ajudam na prisão de suspeito de estupro em Maricá

    A atuação do Centro Integrado de Operações de Segurança...

    Curso ensina extração de óleos essenciais em Maricá

    O programa Farmacopeia Mari’ká promoveu, neste sábado (29/03), um...

    Nos últimos tempos, as praias de Maricá têm testemunhado uma triste cena: animais marinhos, incluindo tartarugas e, recentemente, um golfinho, foram encontrados sem vida nas areias. A cidade possui uma extensa orla de 46 km.

    É comum avistarmos traineiras realizando atividades de pesca na região. Recentemente, o Deputado Estadual Renato Machado (PT) divulgou um vídeo denunciando que essas embarcações estavam praticando a chamada ‘pesca de arrasto’ no litoral de Maricá, uma técnica considerada prejudicial ao meio ambiente.

    “Olá pessoal, situação crítica aqui em Maricá. Traineiras bem perto da praia, vejam só que absurdo, capturando praticamente todo o nosso pescado (…) Vamos acionar as autoridades responsáveis para que isso seja interrompido”, declarou o parlamentar ao compartilhar um vídeo mostrando as traineiras na costa da cidade.

    De acordo com a publicação do deputado, a pesca é considerada predatória porque as redes utilizadas têm malhas muito finas e são puxadas por embarcações de grande porte, arrastando tudo em seu caminho, incluindo peixes jovens e filhotes em fase de crescimento. Além dos peixes, tartarugas e golfinhos também podem ser arrastados, resultando em sua morte e posterior encalhe nas praias.

    Atualmente, está em tramitação na Câmara dos Deputados o projeto de lei 347/22, que propõe a proibição da pesca de arrasto por embarcações motorizadas em águas continentais (rios e lagos), no mar territorial (22 km da costa) e na zona econômica exclusiva do país (até 370 km da costa). Muitos já entendem que esse tipo de pesca causa danos irreparáveis aos habitats e leva à perda da biodiversidade.

    spot_imgspot_img
    Sara Celestino
    Sara Celestinohttps://gazeta24horasrio.com.br
    Repórter-fotográfica, atuando na produção de conteúdo com objetivo de compartilhar a melhor informação para manter você bem-informado! E-mail. [email protected]

    Institucional

    spot_img

    DEIXE UMA RESPOSTA

    Por favor digite seu comentário!
    Por favor, digite seu nome aqui