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    ‘A cidade é nossa, não de vagabundos’, diz Paes após prisão de suspeito de cobrar dinheiro para construção de parque

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    O prefeito Eduardo Paes utilizou suas redes sociais neste domingo, 25 de fevereiro, para abordar a recente prisão de um dos suspeitos envolvidos na tentativa de extorsão ao município durante a construção do Parque de Piedade, localizado na Zona Norte. O incidente ocorreu em janeiro deste ano, quando o próprio Paes divulgou a denúncia de que uma organização criminosa estava ameaçando e exigindo pagamentos para permitir a continuação das obras.

    Em sua declaração, Paes enfatizou que a cidade pertence aos cidadãos, não a criminosos, e reafirmou a autoridade do poder público ao lidar com tais situações: “A cidade é nossa, não de vagabundos. Sigamos mostrando pra eles que aqui tem autoridade e que o lugar deles é na cadeia.” O prefeito também expressou sua gratidão ao governador Cláudio Castro e à Polícia Civil pelo trabalho realizado: “Muito obrigado”.

    O suspeito, identificado como José Roberto Muniz de Sousa, foi detido na residência de sua namorada, localizada no Méier, Zona Norte do Rio de Janeiro. De acordo com os investigadores, ele faz parte da organização criminosa que extorquiu dinheiro de construtoras contratadas pela prefeitura para realizar diversas obras em bairros da Zona Norte, como Encantado e Água Santa.

    A operação de prisão foi conduzida por agentes da 26ª Delegacia de Polícia (Todos os Santos), com apoio da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas e Inquéritos Especiais (Draco) e da Subsecretaria de Inteligência (Ssinte).

    José Roberto Muniz de Sousa é apontado como um dos associados do traficante Jean Carlos Nascimento dos Santos, conhecido como Jean do 18, que teria exigido um pagamento de R$ 500 mil para permitir a continuidade das obras no Parque Piedade. Jean do 18 também é alvo de um mandado de prisão pela tentativa de extorsão.

    Segundo a denúncia apresentada pelo Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), Jean foi responsável por sequestrar o engenheiro encarregado das obras no Parque de Piedade e levá-lo até o Morro do Dezoito, em Água Santa, onde o líder do tráfico o aguardava. Foi nessa ocasião que o valor da extorsão foi acordado.

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