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    Calor extremo em 2024 cresce devido às mudanças climáticas, aponta relatório

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    O ano de 2024 registrou, até agora, uma média global de 41 dias adicionais de calor extremo, classificados como perigosos devido aos impactos das mudanças climáticas. Esse cenário tem causado intenso sofrimento e preocupação global, conforme aponta um relatório divulgado nesta sexta-feira (27) pelas organizações World Weather Attribution (WWA) e Climate Central.

    O estudo revelou que 26 dos 29 fenômenos meteorológicos extremos analisados foram intensificados pelas alterações climáticas, resultando em pelo menos 3.700 mortes e no deslocamento de milhões de pessoas. Pesquisadores da WWA, em parceria com especialistas internacionais, utilizaram modelos climáticos e dados de mais de 200 países para identificar os efeitos do aquecimento global.

    Os cientistas determinaram que 2024 teve 41 dias a mais de temperaturas perigosas em comparação com um cenário sem mudanças climáticas. Esses dias de calor, associados a graves riscos à saúde, superaram os limites considerados normais para a década de 1990 até 2020.

    O relatório destaca que o aquecimento global tem se tornado o principal fator por trás das condições climáticas extremas, superando outras influências naturais. Joseph Giguere, pesquisador da Climate Central, alertou que em muitos países as temperaturas já atingem níveis que ameaçam a saúde humana, algo que seria improvável sem o impacto das mudanças climáticas.

    Entre as recomendações feitas pelas organizações estão a transição acelerada para fontes de energia renovável, o combate ao desmatamento e a emissão de relatórios em tempo real sobre mortes causadas pelo calor extremo. A líder da WWA, Friederike Otto, enfatizou que as soluções estão disponíveis e que é urgente reduzir a dependência de combustíveis fósseis.

    “As mudanças necessárias não podem ser adiadas. Até 2025, todos os países devem reforçar esforços para adotar energias renováveis e se preparar para condições climáticas extremas”, afirmou Otto, ressaltando que tecnologias de remoção de carbono não serão eficazes sem medidas fundamentais já conhecidas.

    O relatório é um alerta global sobre a necessidade de ação imediata para mitigar os impactos das mudanças climáticas e proteger as populações mais vulneráveis.

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    Sara Celestino
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    Repórter-fotográfica, atuando na produção de conteúdo com objetivo de compartilhar a melhor informação para manter você bem-informado! E-mail. [email protected]

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