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    ‘Ele estava trabalhando’, diz mãe após prisão de motorista que levava influenciador baleado

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    O motorista de aplicativo Thiago Marques Gonçalves, de 24 anos, foi preso sob acusação de envolvimento no roubo de um celular, após a esposa de um policial militar reformado responsabilizá-lo pelo crime. O caso ocorreu depois que Thiago foi baleado pelo agente enquanto transportava o influenciador botafoguense Igor Mendes de Carvalho, que também foi atingido e segue internado em estado grave.

    Thiago foi levado para o presídio de Benfica, onde aguarda audiência de custódia prevista para esta terça-feira (25). Já Igor, que perdeu um rim e passou por cirurgia, permanece sob custódia no Hospital Estadual Getúlio Vargas, na Penha.

    Família contesta prisão e pede justiça

    Jaqueline Marques Faria, mãe do motorista, defende a inocência do filho e questiona a falta de provas. Segundo ela, Thiago não possuía arma ou qualquer objeto que comprovasse a acusação.

    “Meu filho está sendo preso sem nenhuma evidência concreta. Eles querem encontrar um culpado porque atiraram primeiro e perguntaram depois. Ele trabalha como motorista desde novembro, antes era auxiliar de açougueiro. Tem dois filhos pequenos e uma casa própria. Nunca teve passagem pela polícia”, afirmou.

    Ela também destacou que a acusação se baseia apenas no depoimento da mulher do PM reformado, que, segundo testemunhas, estaria visivelmente alterada no momento da abordagem.

    “Agora que perceberam que o Igor não é o culpado, querem jogar a responsabilidade para outra pessoa. Mas meu filho tem provas de que estava apenas trabalhando”, completou.

    Versões dos envolvidos divergem

    Segundo o relato da esposa do PM, ela teria sido abordada por dois homens em uma moto azul por volta das 23h de domingo (23), sendo um de camisa preta e outro de amarelo. Ela afirma que o suspeito de amarelo estava armado e roubou seu celular. Após relatar o ocorrido ao marido, ambos saíram em busca dos supostos criminosos.

    De acordo com o policial, ao localizá-los, deu voz de prisão, mas a dupla teria reagido, sacando uma arma. Ele então teria disparado contra Igor, que usava uma camisa amarela. A esposa do agente reconheceu Thiago como o piloto da moto e Igor como o homem armado.

    No entanto, a casa de samba onde Igor trabalha confirmou que ele vestia um uniforme amarelo no momento em que foi baleado. Além disso, nem a suposta arma nem o celular foram encontrados com os detidos.

    A Polícia Civil informou que segue investigando o caso e que uma equipe da 22ª DP (Penha) irá ao hospital para colher o depoimento de Igor. Imagens de câmeras de segurança também estão sendo analisadas. A Polícia Militar, até o momento, não se pronunciou sobre o caso.

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