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    Zinho está isolado em cela dentro de galeria repleta de milicianos em Bangu 1

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    Após se entregar à Polícia Federal, Zinho foi levado para o Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu, Zona Oeste do Rio. Fonte: Reginaldo Pimenta / Agencia O Dia

    Considerado o criminoso mais procurado do Estado do Rio, Luis Antônio da Silva Braga está preso desde este domingo (24)

    O miliciano Luis Antônio da Silva Braga, o Zinho, considerado o criminoso mais procurado do Estado do Rio de Janeiro, está isolado em uma cela de 5m² em uma galeria repleta de milicianos, na Penitenciária Laércio da Costa Peregrino, conhecida como Bangu 1, dentro do Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu, Zona Oeste do Rio.

    Por enquanto, Zinho não tem direito à banho de sol. Ele chegou na unidade neste domingo (24) após se entregar na Superintendência Regional da Polícia Federal no Rio, no centro da capital, após uma negociação entre os advogados do miliciano, policiais federais e a Secretaria de Estado de Segurança Pública.

    Foragido desde 2018, o miliciano comandou as recentes ações criminosas que pararam a Zona Oeste. Ele tinha, pelo menos, 12 mandados de prisão expedidos pela Justiça. Após sua prisão, Zinho foi conduzido ao Instituto Médico Legal (IML) para exames de corpo de delito e seguiu para o Presídio José Frederico Marques, em Benfica, na Zona Norte do Rio, até ser transferido para Bangu 1.

    A entrega de Zinho pode ter relação com a descoberta da Polícia Federal e do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) sobre a suposta ligação entre seu grupo criminoso com a deputada estadual Lucinha (PSD). As investigações apontam uma participação ativa da parlamentar e de sua assessora na organização criminosa, especialmente na articulação política junto aos órgãos públicos visando atender os interesses do grupo miliciano, investigado por organização criminosa, tráfico de armas de fogo e munições, homicídios, além de extorsão e corrupção. Ainda segundo o apurado, a parlamentar é chamada de ‘Madrinha’ por líderes da milícia.

    Fonte: O DIA

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