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Imagem da notícia Felipe Marques levou um tiro de fuzil na cabeça enquanto trabalhava numa operação em março de 2025/Foto: Divulgação redes sociais

Morre piloto de helicóptero baleado durante operação no RJ

Felipe Marques Monteiro foi atingido por tiro de fuzil durante operação na Vila Aliança, em Bangu, e enfrentava complicações após cirurgias cranianas.

Atualizado ontem

O piloto de helicóptero da Polícia Civil do Rio de Janeiro Felipe Marques Monteiro morreu neste domingo (17/05), após mais de um ano de tratamento e recuperação desde que foi baleado durante uma operação na Vila Aliança, em Bangu, Zona Oeste da capital. Integrante da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), ele estava internado em estado grave devido a uma infecção causada por complicações após uma cirurgia de prótese craniana realizada em abril.

Felipe foi atingido por um tiro de fuzil em março do ano passado enquanto sobrevoava a comunidade em um helicóptero do Serviço Aeropolicial da Polícia Civil. O disparo perfurou o crânio do policial, que passou meses internado, ficou em coma por um longo período e foi submetido a diversas neurocirurgias.

Após cerca de nove meses de internação, o policial recebeu alta no fim de 2025 e seguiu para um centro de reabilitação. Nos últimos meses, porém, voltou a apresentar complicações, precisando passar por novos procedimentos para retirada de hematomas, controle de sangramentos e inserção de dreno. O quadro clínico piorou nos últimos dias em razão de uma infecção generalizada.

Felipe Marques levou um tiro de fuzil na cabeça enquanto trabalhava numa operação em março de 2025/Foto: Reprodução
Felipe Marques levou um tiro de fuzil na cabeça enquanto trabalhava numa operação em março de 2025/Foto: Reprodução

Nas redes sociais, a esposa de Felipe, Keidna Marques, acompanhou diariamente a recuperação do policial e publicou homenagens após a confirmação da morte. “Felipe foi um guerreiro do início ao fim”, escreveu. Familiares, amigos e colegas da corporação também lamentaram a perda do agente, destacando sua coragem e dedicação à segurança pública.

O velório e a cremação estão marcados para esta terça-feira (19/05), às 15h, com cortejo previsto a partir da base do Serviço Aeropolicial da Polícia Civil, na Lagoa, em direção ao Cemitério e Crematório do Caju.

Em nota, o Governo do Estado do Rio de Janeiro lamentou a morte do policial e destacou a “longa, difícil e corajosa batalha pela vida” enfrentada pelo agente desde o ataque. Um suspeito de participação nos disparos chegou a ser preso em abril do ano passado, enquanto outros envolvidos seguem foragidos.

Foto do Jornalista

Rayza Espírito Santo

Redatora, repórter de editorias diversas, social media e fotojornalista.

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