Foto: Bernardo Gomes
Maricá inaugura “Esquina do Malandro” em homenagem a artistas brasileiros
O evento abre programação dos 212 anos da cidade com roda de samba, documentário e homenagens a artistas ligados à cultura popular.
Atualizado há 1 horas
A Companhia de Cultura e Turismo de Maricá (Maré) e o Instituto de Ciência, Tecnologia e Inovação de Maricá (ICTIM) inauguraram nesta sexta-feira (15/05) o espaço temático “Esquina do Malandro”, na Praça Orlando de Barros Pimentel, no Centro. O local homenageia os cantores e compositores Claudinho Guimarães e Beth Carvalho e integra a programação pelos 212 anos da cidade.
O espaço conta com estátuas dos artistas e foi aberto ao público com uma roda de samba comandada por Bruno Paiva, amigo de Claudinho, além de convidados que celebraram o legado do sambista. Também foi exibido no Cine Henfil o documentário “Claudinho Guimarães – O Rei de Maricá”.
A cerimônia reuniu familiares de Claudinho Guimarães, a chefe de gabinete Dayrlene Costa e o secretário de Cultura e das Utopias, Sady Bianchin. Um vídeo com depoimentos e homenagens ao artista também foi apresentado durante a solenidade.
Segundo o presidente da Maré, Antônio Grassi, a proposta é transformar o local em um ponto permanente de valorização da cultura popular: “A Esquina do Malandro nasce como um espaço permanente de celebração do samba, da cultura popular e da memória de artistas que têm uma relação profunda com a história de Maricá”.
O presidente do ICTIM, Cláudio Gimenez, destacou o vínculo dos homenageados com a cidade: “Essa homenagem reforça justamente esse sentimento de pertencimento, memória e reconhecimento a pessoas que têm uma ligação profunda com a cidade”.
A iniciativa também celebra os 80 anos de Beth Carvalho, que seriam completados em 2026, e reforça a proposta de manter o espaço voltado a rodas de samba, encontros culturais e manifestações artísticas no Centro de Maricá.
Moradora de Itaipuaçu, Sônia da Corrente destacou a importância da homenagem: “Essas histórias e homenagens não podem ser esquecidas, porque fazem parte da nossa raiz e ajudam a valorizar os compositores e a cultura popular”.

Rayza Espírito Santo
Redatora, repórter de editorias diversas, social media e fotojornalista.
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