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Imagem da notícia Foto: Divulgação

Meio-irmão é acusado de matar jovem em cruzeiro nos EUA

Caso ocorreu em águas internacionais e é investigado pelo FBI; adolescente responde por homicídio e abuso sexual agravado.

Atualizado há 4 horas

O meio-irmão de Anna Kepner, de 18 anos, foi acusado de homicídio doloso e abuso sexual agravado pela morte da jovem durante um cruzeiro no Caribe, em novembro de 2025. O suspeito, de 16 anos, identificado como “T.H.”, passou a responder como adulto após decisão da Justiça federal dos Estados Unidos.

O corpo da vítima foi encontrado a bordo do navio Carnival Horizon, antes do retorno a Miami, após viagem iniciada no dia 2 de novembro. Segundo a investigação, Anna morreu por asfixia mecânica. O corpo estava escondido sob uma cama na cabine que ela dividia com outros adolescentes, incluindo o meio-irmão.

Como o crime ocorreu em águas internacionais, o caso está sob jurisdição federal e é conduzido pelo FBI. Um grande júri formalizou a acusação, apontando que os crimes aconteceram a bordo da embarcação. Em nota, o procurador federal Jason Reding Quiñones informou que a denúncia trata de “crimes graves” cometidos durante a viagem.

De acordo com documentos judiciais apresentados no Condado de Brevard, na Flórida, a jovem viajava com o pai, a madrasta e os irmãos. A madrasta, Shauntel Hudson, já havia citado o adolescente como suspeito em uma petição relacionada a uma disputa de guarda familiar.

Inicialmente tratado na esfera juvenil, o caso ganhou novos contornos após a reclassificação para julgamento como adulto, o que retirou o sigilo e trouxe detalhes mais graves à denúncia. Caso seja condenado, o adolescente pode enfrentar prisão perpétua.

O FBI confirmou a investigação, mas não divulgou detalhes adicionais. A Carnival Cruise Line informou que colabora com as autoridades e que não houve risco à segurança dos passageiros durante a viagem.

O adolescente chegou a comparecer à Justiça em Miami sob medidas restritivas, como monitoramento eletrônico. Posteriormente, as condições foram flexibilizadas para permitir que ele trabalhasse com o pai. O caso segue em andamento.

Foto do Jornalista

Rayza Espírito Santo

Redatora, repórter de editorias diversas, social media e fotojornalista.

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