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O Adeus do Mão Santa: Oscar Schmidt, lenda eterna do basquete, falece aos 68 anos
Maior cestinha da história do esporte morre em São Paulo após 15 anos de luta contra um tumor cerebral; despedida será reservada aos familiares e legado inspira gerações no Brasil e no mundo
Atualizado ontem
O esporte brasileiro está em luto oficial. Oscar Schmidt, considerado por muitos o maior jogador de basquete de todos os tempos a nunca ter atuado na NBA por escolha própria, faleceu nesta sexta-feira (17 de abril de 2026), em sua residência em Santana de Parnaíba, São Paulo.
Uma Trajetória de Recordes e Superação
Oscar não foi apenas um atleta; foi um fenômeno de dedicação que colocou o Brasil no topo do pódio e no mapa do basquete global:
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A Luta pela Vida: O ex-jogador convivia com um tumor cerebral desde 2011, enfrentando o tratamento com o mesmo otimismo e garra que demonstrava nos segundos finais de uma partida.
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O Incidente: Segundo a prefeitura de Santana de Parnaíba, Oscar sofreu uma parada cardiorrespiratória em casa. Apesar do rápido socorro, ele chegou sem vida ao Hospital Municipal Santa Ana.
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Despedida Íntima: Atendendo aos desejos da família, o velório e o sepultamento serão realizados de forma reservada, focando no recolhimento e respeito ao ídolo.
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Legado Mundial: Com passagens históricas pela seleção e por clubes da Itália e Espanha, Oscar detém o recorde de maior pontuador da história do basquete, com 49.737 pontos.
"Oscar deixa um legado que transcende o esporte e inspira gerações de atletas e admiradores no Brasil e no mundo", afirmou sua assessoria em nota oficial.

Marcus Pires
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