Foto: Divulgação
PF prende mulher suspeita de abusar das próprias filhas em Duque de Caxias
Suspeita de 33 anos foi detida durante a Operação Guardiões; celular será periciado.
Atualizado há 16 dias
Uma mulher de 33 anos foi presa por agentes da Polícia Federal nesta terça-feira (10/03), em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Ela é suspeita de abusar sexualmente das próprias filhas, de 4 e 9 anos. A prisão ocorreu durante uma ação que investiga crimes de exploração sexual infantil na internet.
De acordo com as autoridades, a investigada confessou o crime durante as apurações. Os nomes da mulher e das crianças não foram divulgados para preservar a identidade das vítimas.
A prisão faz parte da Operação Guardiões, que cumpre medidas judiciais relacionadas à produção e ao compartilhamento de material de abuso sexual infantil. Durante a ação, os agentes cumpriram um mandado de prisão preventiva e dois mandados de busca e apreensão.
O telefone celular da suspeita foi apreendido e será submetido à perícia técnica. A análise do aparelho deverá verificar a existência de arquivos e identificar possíveis compartilhamentos por meio de aplicativos de mensagens ou outras plataformas digitais.
As duas crianças foram encaminhadas para acompanhamento e assistência junto ao Conselho Tutelar, responsável por garantir proteção e suporte às vítimas.
Segundo a Polícia Federal, as investigações começaram no ano passado após levantamentos de dados e informações de inteligência identificarem a publicação de arquivos com cenas de abuso sexual infantil em fóruns da chamada dark web, área da internet acessada por redes específicas e que não aparece em mecanismos de busca tradicionais.
A partir da análise das informações, os investigadores rastrearam indícios que levaram até a suspeita. Há ainda indícios de que ela produzia e compartilhava os vídeos em aplicativos de mensagens.
A mulher poderá responder por estupro de vulnerável, além de produção, armazenamento e compartilhamento de material contendo cenas de abuso sexual infantil, crimes previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente.
A Polícia Federal informou que as investigações continuam para identificar possíveis envolvidos e verificar se o material fazia parte de uma rede maior de exploração sexual infantil.

Rayza Espírito Santo
Redatora, repórter de editorias diversas, social media e fotojornalista.
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