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Inteligência Artificial assume topo dos riscos empresariais no Brasil
Pela primeira vez, tecnologia supera ataques cibernéticos em ranking de preocupações
Atualizado há 60 dias
A inteligência artificial (IA) tornou-se a principal apreensão para o setor corporativo brasileiro, segundo o mais recente levantamento da Allianz Commercial. Esta é a primeira vez que a tecnologia lidera o ranking de riscos, superando ameaças tradicionais como crimes cibernéticos e instabilidades regulatórias.
Embora seja reconhecida como um motor de produtividade, a IA é apontada pelos executivos como uma faca de dois gumes, capaz de gerar vulnerabilidades operacionais, jurídicas e danos à reputação das marcas.
Desafios de Governança
O CEO da Allianz Commercial, Thomas Lillelund, reforça que a velocidade da adoção da IA tem superado a capacidade das empresas de criar estruturas de governança e treinar equipes. O potencial transformador da ferramenta está remodelando o mapa de riscos globais, exigindo que as companhias acompanhem legislações que ainda estão em fase de maturação.
Ranking de Riscos 2026
O levantamento aponta as cinco maiores preocupações dos empresários no país:
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Inteligência Artificial: 32% das citações;
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Incidentes Cibernéticos: 31%;
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Mudanças na Legislação: 28%;
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Mudanças Climáticas: 27%;
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Catástrofes Naturais: 21%.
O setor de seguros destaca que a combinação de evolução tecnológica rápida e o cenário de mudanças ambientais exige que as empresas brasileiras adotem posturas mais resilientes e preventivas para garantir a continuidade dos negócios.

Marcus Pires
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