Foto/Agência Brasil
Fronteira Espacial: Inscrições abertas para a OBA e a OBAFOG 2026
Olimpíada Brasileira de Astronomia e a Mostra Brasileira de Foguetes abrem as portas para uma nova geração de cientistas
Atualizado há 27 dias
O universo está um pouco mais perto das salas de aula brasileiras. Estão abertas as inscrições para a Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA) e para a Olimpíada Brasileira de Foguetes (OBAFOG) de 2026. As competições são gratuitas e democráticas, abrangendo desde os pequenos do 1º ano do ensino fundamental até os veteranos do ensino médio (e superior, no caso dos foguetes).
Datas Importantes para o Calendário Escolar
As escolas devem ficar atentas aos prazos unificados deste ano para não perderem o lançamento:
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Inscrições: Até 1º de maio de 2026, exclusivamente pelo site oba.org.br.
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Prova da OBA: Dia 15 de maio, realizada obrigatoriamente de forma presencial nas escolas.
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Lançamentos da OBAFOG: Devem ser concluídos e registrados até 15 de maio.
Como funcionam as competições?
1. OBA (Teoria e Conhecimento): Consiste em uma prova única com questões de astronomia e astronáutica, adaptadas para quatro níveis de escolaridade. O foco é o raciocínio lógico e o conhecimento sobre o sistema solar, missões espaciais e física básica.
2. OBAFOG (Prática e Engenharia): Aqui o desafio é construir foguetes reais e suas bases de lançamento.
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Níveis Iniciais: Foguetes de papel ou canudos lançados por pressão de ar.
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Níveis Avançados: Foguetes de garrafa PET movidos a água e ar comprimido ou por reação química (vinagre e bicarbonato de sódio).
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Recurso Técnico: A organização recomenda o uso do software OpenRocket para simular a aerodinâmica antes do lançamento real.
O Papel dos Professores e Escolas
As inscrições devem ser feitas pela instituição de ensino. Mesmo que o aluno queira participar apenas da construção dos foguetes, ele deve estar inscrito no sistema da OBA. A organização disponibiliza no YouTube vídeos com gabaritos comentados e tutoriais de montagem para auxiliar os docentes.
O objetivo final é fomentar vocações científicas e mostrar que a "ciência de foguetes" pode ser acessível, divertida e um motor para o desenvolvimento educacional.

Marcus Pires
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