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Imagem da notícia Foto: Divulgação

Maricá registra menor letalidade violenta em 23 anos

Roubos de veículos também caíram e chegaram ao menor patamar em mais de duas décadas.

Atualizado há 1 horas

Maricá registrou, entre janeiro e julho de 2026, o menor índice de letalidade violenta para o período desde o início da série histórica, em 2003. Foram oito mortes violentas nos sete primeiros meses do ano, segundo levantamento do Instituto de Segurança Pública (ISP), no melhor resultado registrado em 23 anos.

A queda também aparece nos roubos de veículos. Apenas 18 casos foram registrados no período, o menor número em mais de duas décadas. Entre os municípios da Região Metropolitana com mais de 100 mil habitantes, Maricá ocupa a segunda melhor posição nesse indicador.

Segundo o secretário de Segurança Cidadã, coronel Julio Veras, os números estão relacionados ao modelo de atuação adotado no município, com integração entre forças de segurança, uso de tecnologia, inteligência, prevenção e fiscalização.

Operações e tecnologia

De janeiro a julho, o Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp) participou de 132 ocorrências, que terminaram com 44 prisões e a recuperação de 46 veículos furtados ou roubados. Vinte e seis foram encontrados por meio do sistema de monitoramento integrado e outros 20 durante abordagens de rotina.

O policiamento ostensivo também conta com o Programa Estadual de Integração na Segurança (Proeis), financiado pelo município. No primeiro semestre, foram disponibilizadas mais de 32 mil vagas para policiais militares trabalharem na cidade, com média diária superior a 150 agentes extras.

Já a Operação Somando Forças, que reúne diferentes órgãos em ações de fiscalização, abordou 8.220 veículos entre janeiro e o início de agosto. Foram identificadas 1.261 infrações e removidos 515 veículos irregulares para o pátio municipal.

A cidade também avança na implantação da chamada Cidade da Segurança, complexo projetado para concentrar estruturas de comando, monitoramento e treinamento. O espaço deverá abrigar um Centro Integrado de Comando e Controle (CICC), sistemas inteligentes de vigilância, estande de tiro, área de treinamento tático e instalações para capacitação dos agentes.

Foto do Jornalista

Rayza Espírito Santo

Redatora, repórter de editorias diversas, social media e fotojornalista.

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