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Vigilância em Saúde: Maricá qualifica monitoramento da tuberculose e doenças de notificação

Treinamento foca na precisão de dados do Sinan para garantir respostas rápidas e políticas públicas baseadas em evidências

Atualizado há 12 dias

A Prefeitura de Maricá, através da Secretaria de Saúde, deu mais um passo na modernização de sua gestão epidemiológica nesta sexta-feira (13 de março). Profissionais da Vigilância em Saúde e do Serviço de Atendimento Especializado (SAE) participaram de um treinamento técnico promovido pela Secretaria de Estado de Saúde, focado no domínio do Sinan (Sistema de Informação de Agravos de Notificação).

 

    O Poder da Informação no Combate à Tuberculose

O Sinan é a espinha dorsal da saúde pública brasileira para doenças que exigem notificação obrigatória. A qualificação dos profissionais de Maricá focou em:

  • Precisão de Dados: Melhorar o registro de cada caso para evitar subnotificações.

  • Análise Estratégica: Transformar números em mapas de risco, permitindo que a prefeitura saiba exatamente onde intensificar as ações de prevenção.

  • Monitoramento de Agravos: Além da tuberculose, o treinamento abrangeu outras doenças de notificação compulsória, garantindo vigilância total sobre possíveis surtos.

 

    Decisões Baseadas em Evidências

A superintendente de Vigilância em Saúde, Daniella Bittencourt, reforçou que a tecnologia da informação é uma aliada da medicina:

“Ao qualificarmos os registros, ampliamos a capacidade de planejar ações mais assertivas, garantindo respostas mais rápidas e eficientes para a proteção da população”, afirmou.

 

    O que é Notificação Compulsória?

São doenças que, por sua gravidade ou potencial de disseminação, exigem que o profissional de saúde comunique as autoridades imediatamente ao identificar um caso suspeito. O treinamento aprimorou o fluxo dessa comunicação em Maricá, garantindo que o tratamento do paciente comece o quanto antes.

 

    Onde buscar tratamento para Tuberculose em Maricá?

Lembrando que a tuberculose tem cura e o tratamento é gratuito:

  1. USF (Unidades de Saúde da Família): São a porta de entrada para o diagnóstico inicial (exame de escarro).

  2. SAE (Serviço de Atendimento Especializado): Oferece suporte para casos específicos e acompanhamento rigoroso.

Foto do Jornalista

Marcus Pires

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