Foto: Divulgação
Casa Abrigo de Maricá organiza ações de saúde e convivência para acolhidos
Programação reúne iniciativas de cuidado, socialização e acesso a direitos para pessoas em situação de vulnerabilidade.
Atualizado há 1 horas
A Casa Abrigo Ernani Gomes Duarte, em Itaipuaçu, terá uma programação de saúde, cultura, lazer e convivência ao longo de outubro, com atividades voltadas às pessoas acolhidas na unidade. A agenda inclui ações de prevenção de doenças, debates sobre saúde mental, jogos inclusivos e uma visita à Festa Literária Internacional de Maricá (FLIM).
Organizada pela Secretaria de Assistência Social e Cidadania de Maricá, a iniciativa busca estimular a autonomia e ampliar as possibilidades de reinserção social das pessoas em situação de vulnerabilidade. A unidade oferece acolhimento, proteção, segurança, higiene e acesso às políticas públicas municipais.
Entre as atividades previstas estão ações relacionadas às campanhas Outubro Rosa e Outubro Verde, com orientações sobre a prevenção dos cânceres de mama e do colo do útero e da sífilis.
Confira os destaques da programação:
19/10 — Saúde mental e acesso a direitos: exibição do documentário Estamira, seguida de debate sobre o tema “Que saúde mental é possível quando faltam direitos” e a importância do acesso à rede de atendimento.
22/10 — Roda de conversa: encontro conduzido pelas psicólogas da unidade sobre saúde mental e proteção da vida.
27/10 — Jogos inclusivos: atividades com UNO e Bingo Solidário, voltadas à socialização e ao bem-estar emocional.
31/10 — Visita à FLIM: passeio coletivo à Festa Literária Internacional de Maricá, com o objetivo de ampliar o acesso à cultura e promover a integração fora da unidade.
A secretária de Assistência Social e Cidadania, Dryene Tavares, afirmou que as atividades integram o trabalho cotidiano de acolhimento e desenvolvimento da autonomia dos usuários: “O trabalho realizado na Casa Abrigo vai muito além do acolhimento. É um trabalho diário de cuidado, escuta e construção de novas possibilidades. Cada atividade desenvolvida pela equipe representa uma oportunidade de fortalecer vínculos, cuidar da saúde física e mental, ampliar o acesso à cultura e às políticas públicas e, principalmente, contribuir para que cada usuário possa recuperar sua autonomia e reconstruir seu projeto de vida”.

Rayza Espírito Santo
Redatora, repórter de editorias diversas, social media e fotojornalista.
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